BOAS VINDAS

MEU NOME É CRISTIANO SOU SERVO DO DEUS VIVO, MISSIONÁRIO E ESPERO QUE ESSE BLOG SIRVA COMO FERRAMENTA PARA A EXORTAR, CONSOLAR E EDIFICAR. FIQUE NA PAZ E NA GRAÇA DO SENHOR JESUS CRISTO

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. 1 Coríntios 1:18

 Para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria dos homens, mas no poder de Deus. 1 Coríntios 2:5
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; 
Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;
2 Coríntios 10:4
Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; 2 Coríntios 10:4-5

Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas;

Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;
2 Coríntios 10:4-5

A MENSAGEM DA CRUZ

A loucura da mensagem da cruz
“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” 1 Coríntios 1: 19
A mensagem da cruz é a palavra mais poderosa que qualquer pastor pode pregar, pois esta é mensagens que trás salvação. Porém Paulo lembrou muito bem ao afirmar que essa mensagem é loucura para os que não creem, pois como é possível alguém que morreu de forma humilhante na cruz, ter o poder de salvar a humanidade? Como pode o o maior símbolo de maldição, hoje se o maior símbolo da libertação? Os pensamentos do nosso Deus são muito mais além do nosso, a sabedoria de Deus é muito mais além da nossa, Deus usou as coisa loucas para confundir as sábias.
E nós? Quantas vezes não reconhecemos a Deus por não entendermos suas ações, queremos ficar pedindo sinais, e tentar entender de forma lógica. O sacrifício de Jesus na Cruz não tem lógica, pois não existe lógica humana para alguém deixar seu trono para morrer por um povo que ainda era pecador. Isso é loucura, e é através desta loucura que Deus decidiu salvar o mundo. E realmente poucas pessoas entendem a mensagem da cruz, poucos entendem o porquê do sacrifício de Jesus, poucos entendem que essa loucura foi feita, para que nós não precisássemos ser crucificados naquela cruz. Queremos muitas vezes nos passar por sábio e aí somos confundidos por Deus em nossa própria sabedoria.
Que possamos passar adiante dia pós dia essa loucura, não importando o irão achar disso, o fato é que Jesus morreu numa cruz de forma humilhante sim, mas ao terceiro dia ele ressuscitou, e hoje está sobre um trono de glória, e todos quanto aceitarem tem a vida eterna. Então se você é sábio ainda convido ser louco e receber Jesus Cristo como salvador.
 http://estudos.gospelmais.com.br/a-loucura-da-mensagem-da-cruz.html

O SENHORIO DE CRISTO

O Senhorio de Cristo
Jayro Gonçalves
“Vós me chamais o Mestre e o Senhor, e dizeis bem; porque EU O SOU” (Jo 13:13)

Numa série de três artigos vamos meditar sobre o fundamental tema do cristão autêntico: O SENHORIO DE CRISTO. É um tema sobremodo oportuno, no contexto aflitivo e conturbado do “cristianismo” inautêntico dos nossos dias, infelizmente pouco levado a sério. É exatamente a indiferença adotada para com o assunto e a conseqüente ignorância sobre a matéria, que anula o usufruto das ricas bênçãos do verdadeiro cristão.  Abordaremos, sucessivamente, três aspectos introdutórios do tema: 1) O conceito bíblico; 2) Os fundamentos bíblicos;  3)  A aplicação prática.

CONCEITO BÍBLICO DO SENHORIO DE CRISTO (I)

“Porque nenhum de nós vive para si mesmo, nem morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. Quer, pois,  vivamos ou morramos, somos do Senhor. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressuscitou. Para ser Senhor, tanto de mortos como de vivos” (Rm 14:7-9)

Esse texto formula o correto conceito bíblico do Senhorio de Cristo. Aí Paulo nos instrui, com preciosos detalhes conceituais, sobre esse fundamental assunto da experiência cristã:

a) O Senhorio de Cristo é incompatível com o ego-centrismo  v. 7

A tendência do comportamento humano é voltada para a plena satisfação do próprio “eu”, desde que nasce até que morre. Em tudo o que se envolve, nas múltiplas atuações da sua existência física, o ser humano só vê a si próprio. Na busca desesperada da sua exclusiva satisfação pessoal, age em atitude de total auto-suficiência, como se fosse ele o centro, a razão e o alvo de tudo. Aliena, por isso, completamente, o Senhor de suas cogitações e ações. O verdadeiro cristão não pode assumir essa errônea atitude. O Senhorio de Cristo é incompatível com tal porte pessoal. Esse ego-centrismo deve ser totalmente afastado do comportamento do cristão, para que possa ele usufruir os benefícios da vivência do Senhorio de Cristo. Cristãos que somos devemos ser Cristo-cêntricos. Saulo era ego-cêntrico, antes da conversão ao cristianismo. Convertido, Paulo entendeu o crasso erro que cometera e assumiu o Cristo-centrismo e, por isso, declarou: “...já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl 2:20). “Para mim o viver é Cristo” (Fp 1:2).

b)  O Senhorio de Cristo deve ser o alvo exclusivo da realidade existencial do homem  v. 8a

Na realidade existencial do homem impõe-se que ele reconheça, em caráter de exclusividade, a prioridade absoluta do Senhor, como centro, razão e alvo do seu próprio ser humano. Como diz Paulo, “se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos”. Ele é exclusivo e prioritário. Isso tem a ver, essencialmente, com a própria razão de nossa existência.  Fomos criados por Deus, à sua imagem e semelhança para a realização do seu exclusivo e soberano propósito. Como diz Paulo: “Tudo foi criado por Ele e  para Ele (Cl 1:16). Foi essa a atitude assumida por Davi, no seu viver e, por isso, foi o homem segundo o coração de Deus. Ele declara: “Digo ao meu Senhor: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão somente a Ti...O Senhor é a porção da minha herança e do meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte....Bendigo o Senhor, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina. O Senhor, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita não serei abalado” (Sl 16:2, 5, 7 e 8). É, ainda, Paulo quem afirma: “No qual (Cristo) fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as cousas conforme o conselho da sua vontade, afim de sermos para louvor da sua glória...” (Ef 1:11-12).

c)  O Senhorio de Cristo decorre do fato de que não somos de nós mesmos, mas do Senhor  v. 8b

A expressão “somos do Senhor” é cristalina ao afirmar o Senhorio de Cristo em termos categóricos e tem o sentido de “propriedade exclusiva”.  Considero esse pensamento notável! Ele me transmite uma sensação incomparável de segurança! Como é bom saber que somos do Senhor! Jesus Cristo afirmou: “Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará das minhas mãos” (Jo 10:28). Sabemos que todo proprietário procura guardar bem, proteger com diligência e zelar com cuidado o que lhe pertence. Ninguém o faz melhor do que o Senhor a quem pertencemos. O Senhor Jesus pagou o preço para nos ter como Seus. Em I Co 6:19-20 Paulo afirma: “Acaso não sabeis que o vosso corpo é o santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados  por preço...”. Pedro, em I Pe 1:18-19, assevera: “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo”. É inquestionável o direito do Senhor Jesus de ser o Senhor dos redimidos, porque pagou o preço da sua Redenção, tornando-os seus. Por isso, somos do Senhor.

d)  O Senhorio de Cristo Lhe  é assegurado pela eficácia da Obra da Redenção - v. 9

A Obra da Redenção foi o que de mais importante já se realizou na terra. Resultou na salvação eterna do pecador perdido, que nela crê, aceitando, incondicionalmente, contrito e penitente, o Senhor Jesus, como o seu Salvador pessoal. E a maioria dos que dão esse passo de fé satisfaz-se com o fato de serem salvos, não levando em conta a importância de serem “servos”. Alegram-se com a salvação, que lhes garante a eternidade, e festejam o Salvador, mas não percebem que só isso não esgota a finalidade da Obra Redentora, a qual, acima de tudo, tem por finalidade suprema fazer-nos servos, espiritualmente capacitados para “servirmos” a Deus, nos exercícios espirituais!  O uso que, no texto, Paulo faz, do advérbio “precisamente”, acentua essa preciosa verdade: “Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu: para ser Senhor (não diz: “Salvador”). A finalidade final da obra da Redenção (morte e ressurreição de Cristo) não é, simplesmente, a “salvação”, mas o SENHORIO DE CRISTO, estabelecendo entre a nova criatura e Deus a abençoada e gloriosa relação de “Senhor” e “servo”. Deus não quer que apenas sejamos “salvos”, mas que sejamos “servos”! Claro está que para sermos “servos” temos que antes ser “salvos”! Mas é no serviço fiel que prestamos a Deus, como salvos pela Sua Graça, que realizamos o sublime alvo da Obra Redentora!  E isso só pode acontecer quando aceitamos, em total e voluntária submissão, o SENHORIO DE CRISTO!

À luz dos aspectos conceituais bíblicos que expusemos, podemos compreender bem a solene declaração do Senhor aos seus discípulos, em Jo 13:13: VÓS ME CHAMAIS O MESTRE E O SENHOR E DIZEIS BEM; PORQUE EU O SOU!